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Passeio ao centro histórico
de São Paulo


No último dia 26/09 (2ª feira), fizemos  um passeio com os alunos do: 5º ano EF  a 3ª série do Ensino Médio, para o Centro Histórico de São Paulo, sendo a área mais antiga da cidade de São Paulo.

O objetivo foi proporcionar aos alunos um passeio rico em informações culturais de forma lúdica interagindo com a história de nossa cidade.

Com a orientação dos monitores da “Taruga Eventos” – o nosso passeio teve início na Praça da Sé, nela está localizado o marco zero do município. Fizemos uma visita a Catedral Metropolitana de São Paulo ou Catedral da Sé que levou 40 anos para a sua construção e foi inaugurada no ano de 1954.

Púlpito – Catedral da Sé  Órgão – Catedral da Sé

 

Solar da Marquesa de Santos  Pátio do Colégio

No planalto de Piratininga onde um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, encontraram ares frios e temperados como os da Espanha e uma terra muito sadia, fresca e de boas águas. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú.
Nesse lugar, fundaram o Colégio dos Jesuítas em 25 de janeiro de 1554, ao redor do qual se iniciou a construção das primeiras casas de taipa de pilão que dariam origem ao povoado de São Paulo de Piratininga.

Até o século XIX, nas ruas do triângulo (atuais ruas Direita, XV de Novembro e São Bento) concentravam-se o comércio, a rede bancária e os principais serviços de São Paulo.
Em 1681, São Paulo foi considerada cabeça da Capitania de São Paulo e, em 1711, a Vila foi elevada à categoria de Cidade. 

Rua São Bento  

 

Atualmente, considerado o símbolo arquitetônico mais importante do momento de transição da cidade baixa. A construção foi iniciada em 1924, inaugurado em 1929 com 12 andares seguindo até 1934 finalizando a obra com 30 andares (130 metros).

Foi arquitetado e projetado pelo arquiteto húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena.

  Edifício Martinelli

 

Não se sabe ao certo quando o Vale do Anhangabaú foi ocupado, mas há registros que apontam que, em 1751, o governo já estava preocupado com um vale aberto por Tomé de Castro na região entre o Rio Anhangabaú e um lugar onde se tratava a água chamado "Nhagabaí".

Hoje o Vale do Anhangabaú é um espaço público caracterizado como praça, onde tradicionalmente organizam-se manifestações públicas, comícios políticos e apresentações e espetáculos populares.

Vale do Anhangabaú

 

 

O passeio teve o encerramento na Praça Ramos de Azevedo, ao lado o Teatro Municipal de São Paulo.

Em 1911, a cidade ganhou seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, celebrizado como sede de espetáculos operísticos, tidos como entretenimento elegante da elite paulistana da época.

  Teatro Municipal

 

 

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